esteve aqui uma pessoa, uma mulher, uma perdida.
cujo vulto vejo à distância, e sinto um certo alívio em vê-la
se afastando.
não que fosse má de qualquer forma conhecida, ou grosseira,
não que fosse má de qualquer forma conhecida, ou grosseira,
ou feia, ou ainda desalmada.
mas causava-me enormes prejuízos, sem me dar conta que era necessário despejá-la, e que talvez ainda fosse preciso o uso de força !!
não foi sem dor que ela está agora lá longe na estrada que leva às brumas.
quisera uma convivência pacífica, não foi possível.
porém, com todos os percalços, devo-lhe gratidão profunda. Pelo que ela conseguiu, à sua maneira.
Talvez não a mais doce, nem a mais alegre, nem menos traumática, mas ainda assim, vida plena!
mas causava-me enormes prejuízos, sem me dar conta que era necessário despejá-la, e que talvez ainda fosse preciso o uso de força !!
não foi sem dor que ela está agora lá longe na estrada que leva às brumas.
quisera uma convivência pacífica, não foi possível.
porém, com todos os percalços, devo-lhe gratidão profunda. Pelo que ela conseguiu, à sua maneira.
Talvez não a mais doce, nem a mais alegre, nem menos traumática, mas ainda assim, vida plena!
Eu não queria que ela se sentisse desamada, porque tudo o que fez, foi com tudo o que ela podia oferecer de bom.
Mas vejo-a se afastando e quero voltar correndo pra onde era o reino dela e me apossar dele o quanto antes — ela deu o seu melhor, mas aqui não reinará mais !!
Eu agora sou a soberana desta terra, deste solo, deste leito!
Aposso-me de tudo isso com garra, com amor, com paixão — e nada nem ninguém mos tomará !
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