sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Dia quente na metrópole por onde caminhei,
vendo sua gente, seu povo, que apenas sobrevive,
não usufrui dessa pujança, embora dela faça parte.
Ela é tão louca, tão cheia de gente e obras humanas,
que poderia assustar os mais incautos.
Mas não a mim. Não a mim — que me sinto em casa,
me sinto no colo, me sinto recebida de volta.

2 comentários:

Anônimo disse...
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Ysa Limoni disse...
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